
Associação Guarda Mirim de Amparo (AGMA)
Fundada em 9 de setembro de 1980 — referência em formação técnico-profissional e promoção social para jovens e adolescentes.
Missão
Promover a integração de adolescentes e jovens no mundo do trabalho por meio de uma educação técnico-profissional de excelência, promovendo o desenvolvimento integral de suas capacidades e habilidades, cultivando valores éticos, sociais e profissionais favorecendo o protagonismo juvenil.
Visão
Ser reconhecida como uma instituição social de referência na formação técnico-profissional de adolescentes e jovens promovendo o seu desenvolvimento integral além de contribuir para a construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e preparada para os desafios do futuro.
Valores
Agimos com honestidade e transparência em todas as nossas relações, promovendo um ambiente de respeito mútuo e confiança.
Investimos no desenvolvimento pessoal e profissional dos adolescentes e jovens, proporcionando-lhes oportunidades de crescimento contínuo.
Valorizamos a diversidade e garantimos um espaço acolhedor, onde todos têm igualdade de oportunidades para alcançar seu pleno potencial.
Buscamos constantemente aprimorar a nossa metodologia educacional e o acompanhamento às necessidades de cada atendido, garantindo uma formação de qualidade de acordo com a legislação.
Contribuímos para a construção de uma sociedade mais justa e equitativa, formando cidadãos conscientes e comprometidos com o bem comum.
Incentivamos a criatividade e o pensamento crítico, preparando os adolescentes e jovens para os desafios e mudanças no mercado de trabalho.
Promovemos práticas que respeitam o meio ambiente e incentivamos o uso consciente dos recursos.
Quem Somos
Somos uma entidade assistencial nascida como “Sociedade Guarda Mirim de Amparo”, agora Associação Guarda Mirim de Amparo, fundada em 9 de setembro de 1980, efetivada em 28 de setembro daquele ano, com a formação da primeira Diretoria e do Conselho Consultivo.
Instalação Oficial – 30 de novembro de 1980
Na manhã do dia 30 de novembro de 1980, um domingo, a Guarda Mirim foi oficialmente instalada no município de Amparo, com a participação de integrantes da Primeira Turma de guardas mirins no IV Passeio Ciclístico de Amparo, promovido pelo Lions Clube de Amparo, em benefício da Rede Feminina de Combate ao Câncer. A Guarda Mirim abriu referido passeio marchando desde a Praça Pádua Salles, subindo pela Rua 13 de Maio até a panóplia da então Praça Barão do Rio Branco (atual Praça Monsenhor João Baptista Lisboa), onde houve o hasteamento das bandeiras e o Compromisso dos primeiros 80 guardas mirins.
45 Anos de Transformações
Ao longo de seus 45 anos de existência, a Guarda Mirim de Amparo formou cerca de cinco mil jovens, muitos dos quais se destacam hoje como profissionais liberais, líderes religiosos, membros das forças de segurança, políticos, educadores e colaboradores da própria instituição. Ex-guardas mirins ocupam posições de destaque em empresas locais, na Prefeitura, na Polícia Militar, na GCM, no Magistério e até na direção de um Centro Universitário. Vários ex-guardas mirins são ou foram funcionários da própria instituição, muitos dos quais ministrando aulas aos futuros aprendizes. Um desses ex-guardas mirins exerce, como voluntário, o cargo de secretário da atual Diretoria da AGMA.
Sede própria – a concretização de um sonho
Nos primeiros meses após a fundação, no primeiro semestre de 1981, a Guarda Mirim encontrou respaldo na Associação Comercial, que cedeu parte de suas instalações para o funcionamento burocrático inicial. Em agosto de 1981 a Prefeitura cedeu uma sala no prédio da antiga Estação, na Praça Pádua Salles, que serviu de primeira sede provisória. Em sessão da Câmara Municipal, no dia 24 de novembro de 1982, foi aprovada a doação de um terreno de 8.000 m² na Rua Galvão Bueno para a Guarda Mirim — o primeiro passo para a construção da sede própria. No início de 1983, a Guarda Mirim mudou-se para instalações maiores na Praça da Bandeira nº 55, permanecendo ali até a construção da parte administrativa da sede própria, concluída no início de 1987. Em março de 1987 o prédio administrativo estava concluído e, ao longo dos anos seguintes, foram construídos salão de reuniões, vestiários, quadras poliesportivas, sala de informática e um novo prédio com seis salas de aula. O ciclo de obras foi concluído em 2009 com a construção do bloco de três andares.
Primeira Diretoria
| Cargo | Nome |
|---|---|
| Superintendente | Cesar Augusto de Paula |
| Presidente | Carlos Roberto Pedroso de Moraes |
| Vice-presidente | Maria Ignez Pretti Rosasco |
| 1º Tesoureiro | Luciano Marcos de Siqueira |
| 2º Tesoureiro | José Rubens Peterlini |
| 1ª Secretária | Maria Cleri Zaniquelli |
| 2º Secretário | Roberto de Almeida Accordi |
Conselho Consultivo e Fiscal
Dr. José Teixeira Júnior (presidente), Profª Maria da Glória Moysés Tafner, Sra Maria Antonieta Pozzebon, Sr Antonio Carlos Nardini, Dr. José da Costa Neves. Conselho Fiscal: Sr. Maçahiro Seichi.
Presidência ao longo dos anos
1980–1981: Carlos Roberto Pedroso de Moraes
1981–2021: Profª Maria Ignez Pretti Rosasco (mais de 40 anos de dedicação)
2021–2022: Gilberto Sérgio Batoni (presidente interino)
2023–2025: Gilberto Sérgio Batoni (presidente eleito)
Diretoria Atual (AGMA)
| Cargo | Nome |
|---|---|
| Presidente | Gilberto Sérgio Batoni |
| Vice-Presidente | Roberto de Almeida Accordi |
| Secretário | Carlos Eduardo Caliatto |
| Tesoureiro | Luciano Marcos de Siqueira |
CAEF – Conselho para Assuntos Econômicos e Fiscais: Octavio de Oliveira Soares Júnior; Sérgio Luís Domingues.
Importante: O trabalho dos membros da Diretoria é em caráter VOLUNTÁRIO, ou seja, não recebem salário ou qualquer outro tipo de benefício da entidade.
Nossa Sede
Primeira sede (1981): uma sala cedida pela Associação Comercial foi usada para o funcionamento inicial. Em agosto de 1981, o prefeito Clésio Moreira de Paiva Vidual cedeu uma sala no prédio da antiga Estação, na Praça Pádua Salles, servindo como primeira sede provisória. As reuniões e palestras eram realizadas no salão da Sociedade São Vicente de Paulo; festividades aconteciam no Externato São Benedito.
Doação do terreno — Em 24 de novembro de 1982 a Câmara Municipal aprovou a doação de 8.000 m² na Rua Galvão Bueno, permitindo o início das obras da sede própria; atividades de campanha beneficente e apoio da sociedade foram fundamentais para a construção. Em 1983 a entidade mudou-se para instalações maiores na Praça da Bandeira nº 55 até a conclusão da parte administrativa em 1987; o ciclo de obras foi finalizado em 2009 com o novo bloco de três andares.
Turmas Históricas
- Primeira Turma de Guardas Mirins (1980): 150 inscritos; 80 formados. Primeiro uniforme era cinza; logo passou a azul (cor que se mantém). Atualmente usam camiseta azul e calça preta.
- Primeira Turma de Graduados (1981): entrega das primeiras divisas de oficiais, sargentos e cabos — solenidade em 15/11/1981.
- Primeira Turma Feminina (1987): formada por 27 jovens, iniciativa muito bem recebida pela comunidade.
Visitas marcantes
Lucy Montoro – 1986; Dom Gilberto Pereira Lopes – 1988; Ika Fleury – 1992; Iser Kuperman (campeão mundial de damas) – 1993; Içami Tiba – 2002.
Participação em Olimpíadas
A Guarda Mirim participou de diversas olimpíadas regionais e estaduais, conquistando títulos gerais, medalhas em atletismo, natação, damas, xadrez, basquete e tênis de mesa e importantes vice-campeonatos.
Viagens memoráveis
- 1981 – Campinas: bosque, teatro e Taquaral
- 1982 – São Paulo: Zoológico, Congonhas e Morumbi
- 1984 – São Sebastião: visita ao porto e Petrobras
- 2004 – Projeto O Ser Humano, Esse Gigante
Algumas ações que ajudaram a construir a sede: I Festa das Nações (1984); Uma Noite no Líbano (1985); Noite Italianíssima (1986); Aliança de Pérolas (1987).
A AGMA é referência na formação de jovens aprendizes, seguindo a Constituição Federal, a CLT, o Estatuto da Criança e do Adolescente e a Lei nº 10.097/2000. O programa visa oferecer formação técnica e profissional, garantir a manutenção da escolaridade, preparar o jovem para o mercado de trabalho e promover sua inserção de forma segura e assistida.
Benefícios ao jovem:
- Formação técnica e profissional
- Manutenção da escolaridade
- Preparação para o mercado de trabalho
- Inserção segura e assistida
Obrigação legal das empresas: Empregar entre 5% e 15% de aprendizes, conforme a legislação.

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